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O Coral do IFF e sua trajetória

            Uma das atividades culturais mais tradicionais, sensíveis e emocionantes da história do IF Fluminense, o Coral, tem uma trajetória rica, que acompanha o crescimento desta Instituição.

            Com sinfonias tristes ou alegres, consonância de sons e melodias e ousadia na mistura de ritmos, o Coral do IF Fluminense perpetua sua história, promovendo a mais completa harmonia entre o antigo e o novo, o belo em suas mais variadas formas.

           

Como tudo começou

            O Coral da Escola Técnica Federal de Campos foi criado em 20 de abril de 1976, por iniciativa do, então Diretor, Dr. Gilberto Paes Rangel. Teve como embrião, o conjunto vocal dirigido pelo Prof. Rubelino Ignácio da Cunha. Em sua primeira formação contava com o maestro Anoeli Maciel e a regente Prof. Neila Ferraz.          

            Entre 1985 e 1989 foi dirigido pelo Prof. Vicente Rangel, tendo como acompanhador ao teclado o maestro Anoeli Maciel, período inaugurado com a execução do Projeto Juventude, que promovia pela primeira vez a integração das cadeiras de Educação Artística e Língua Portuguesa/Literatura Brasileira, aproveitando seleções poéticas construídas pelos próprios alunos.

 

Nova Fase

            Em novembro de 1996, com a recém–chegada servidora Elisabeth Rocha, o Coral volta a ativa. Jornais da época documentam que em pouco tempo de chegada, Beth Rocha foi responsável por reativar o Coral da ETFC com muito entusiasmo e criatividade.

            O informativo da Escola, na época, registra a inscrição de cerca de 70 pessoas e a importância do Coral como forma de integração e harmonização das relações.

            O Prof. Hélio Gomes traduziu, na ocasião, o que significava esse retorno. “Apesar do hiato, recente e longo, como uma fênix ele renasce das cinzas e com forças redobradas dá demonstração inequívoca do potencial do nosso aluno quando bem orientado”.

            Era o início da terceira fase do Coral e, de acordo com documentos registrados, vinha renovado e cumprindo sua finalidade de aparecer nos mais significativos momentos da Escola. O Coral fazia apresentações com o grupo de teatro, orientado por Artur Gomes, integrava recitais com a Jazz Band e as oficinas de música e dança. 

            Fazia muito mais. Caracterizado como coro juvenil de vozes mistas, e integrado por alunos de diferentes cursos, o Coral sempre esteve presente em eventos dentro e fora da escola, como em outros estados, além do Rio de Janeiro. No currículo, participações em encontros de corais locais, regionais e nacionais; festivais de música; seminários; e diversos convites para apresentações em escolas e empresas.

 

 

A mudança para Cefet Campos           

            Em 1999, o Coral da ETFC passou a se chamar Coral do Cefet Campos acompanhando a mudança de nome da própria instituição. Nesta etapa, contava com 30 integrantes entre alunos e ex-alunos, apresentando um repertório eclético que, entre o étnico e o clássico, enfatizava os diferentes movimentos do gênero popular nacional e internacional.

            O grupo contava com o acompanhamento do pianista Rogério Machado, diretor e assistente de cena, Fernado Rossi, e a participação de alguns professores da área de Artes como, Kátia Macabu, Vicente Rangel, Leonardo Vasconcelos, Ana Lúcia Ramanauskas e Michelle Azevedo.

            O Coral do Cefet Campos era um dos resultados da oficina de música, que fazia parte de uma série de atividades do Centro de Artes como fotografia, artes plásticas e artes cênicas. Contava com ensaios diários, onde procurava-se desenvolver no aluno um processo de apreciação e produção da arte através da música.

 

Novo momento

            O Coral do IF Fluminense vivencia as transformações e o crescimento em direção à institucionalização do que hoje significa ser IF Fluminense. Uma das grandes inovações foi trazer para os palcos a multiplicidade de linguagens artísticas, que associadas à música, voz e expressão corporal, potencializam a emoção transmitida.

            Foi assim que, em 2009, o Coral do IFF apresentou o espetáculo que marcou as comemorações do Centenário, “Nunca pare de sonhar”. De forma sistêmica, o espetáculo reuniu os corais dos câmpus Centro e Macaé, que cantaram em canções a história centenária da instituição.

            As ações incentivaram a formação de corais em outros câmpus, como Guarus e Cabo Frio, que tem suas atuações locais, mas se integram em um grande coral sistêmico.

 

 

 

 

Fonte: Linha Direta – Informativo da Escola Técnica Federal de Campos – Ano 15; Acervo Pessoal Beth Rocha.

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