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Projeto educar para ficar

Veja a cartilha do projeto logo abaixo, do lado direito.

Capa cartilha Educar pra ficarO projeto “Educar para ficar” é uma forma de auxiliar alunos que apresentam dificuldades cognitivas. Idealizado pela professora Maria Lúcia Moreira Gomes e pela assistente social, Cristina Barreto Tavares, o projeto tende a desenvolver ações voltadas para o apoio neuropsicopedagógico dos alunos do IF Fluminense, com transtorno de aprendizagem em variados níveis de ensino, acolhendo-os em suas múltiplas necessidades e visando à permanência  no âmbito escolar.

A pretensão do projeto é auxiliar na solução de possíveis dificuldades que os alunos venham enfrentar em relação à adaptação na escola e as diversidades encontradas, dificuldade na área de conhecimento, psíquico e físico e problemas familiares ou pessoais de crise, que na maioria das vezes são prejudiciais ao desenvolvimento pedagógico do aluno.

Tais dificuldades foram observadas em experiência nas escolas e através de leituras sobre educação. Em muitas instituições podiam observar-se alunos com transtorno de aprendizagem, ocasionados por motivos que vão desde problema de adaptação a problemas psicossociais e neurológicos. Desta forma, é interesse do Educar para Ficar minimizar esses problemas e consequentemente fazer com que o aluno permaneça na instituição.

Uma das estratégias do projeto é atingir diretamente três aspectos, considerados dificultadores do processo ensino-aprendizagem. São eles: dificuldades no relacionamento interpessoal e adaptação ao meio; dificuldades no conhecimento adquirido, por falta de subsídios na trajetória escolar pregressa; dificuldades no aspecto neuropsíquico.

A equipe do projeto é formada pela neuropsiquiatra Paula Beloti, pela psicóloga Maria Lúcia Seixas, pela fonoaudióloga Rebeca Sardinha e pela psicopedagoga Bianca Acâmpora. Cerca de 60 alunos já foram atendidos pelo projeto.

 

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